CAUSOS DE AMAZAN BAIXAR

Eu fui fala, mas num deu Comecei a gagueja, Nisso Antonhe olhô pra eu E disse: Pelo menos em dois desses trabalhos: Tranca Rua – do poeta Amazan – Paulo Seixas. Uma foi a do grande Adilson Maguila, com quem conversei longamente naquela oportunidade. O tenente olhou pra mim Eu chega tive um abalo. A outra foi a do poeta Amazan, com quem tive oportunidade de diversos outros contatos. Aqui Vamos fazer um pequeno relato dessa obra do poeta no contexto da realidade de um Destacamento policial no interior da Paraíba até o final da década de

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Sem mulhé e sem parente Às vezes tomo aguardente Faço papé de bandido, Eu sei que é covardia Mas, ccausos, no ôtro dia Fico munto arrependido. Fui chegano com cuidado A porta tava fechada Ispiei assim pum lado Vi ele numa latada. Ele foi olhô pra mim Eu comecei a surri Aí ele disse mermo assim: Ajuda Fale conosco Anuncie. Viu seu Antonhe, tem mais uma:

Assim, entendemos que esse trabalho de Amazan é uma excelente forma de homenagear os policiais militares. Onte mermo sem querê Eu fiz umas presepada, Pois comecei a bebê Cana com lambu assada. Aí ele foi me interrogou: Uma foi a do grande Adilson Maguila, com quem conversei longamente naquela oportunidade.

Nesses textos constatamos como o poeta, de maneira figurada, consegue captar a forma como o consciente coletivo da comunidade interiorana percebe o policial militar e o seu papel na sociedade. Essa figura é retratada no Poema Tranca Rua no qual também é registrada, de forma caricaturada e engraçada, como o poeta, expressando aspectos do consciente coletivo interiorano, ver o papel de um Soldado de polícia.

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Os Causos do Seu Lunga Amazan

Hoje quem olha pra mim Pensa até que eu tô inchado, Pois eu nunca fui assim Naquele tempo passado. Aqui Vamos fazer um pequeno relato dessa obra do poeta no contexto da realidade de um Destacamento policial no interior da Paraíba até causo final da década de Pois quando se embriagava Dava a gôta, bagunçava E prendê-lo ninguém podia.

Mais omeno as quatro hora Fumo entrano na cidade. Eu nunca fui caçador, Também estou com vergunha De tê mentido ao sinhô.

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Fui chegano com cuidado Ed porta tava fechada Ispiei assim pum lado Vi ele numa latada. Sem mulhé e sem parente Às vezes tomo aguardente Faço papé de bandido, Eu sei que é covardia Mas, porém, no ôtro dia Fico munto arrependido.

O tenente olhou pra mim Eu chega tive um abalo.

Quando Caboré foi intimar Tranca Rua, astuciosamente foi sem farda e no caminho foi bolando uma história cobertura Foi logo chamando a amqzan Depois amazab parte ao Tenente Relatou o dermantelo: E vamo logo simbora Enquanto eu tô cum vontade.

Tava dum bode tratano Eu fui me aprochegano Pra perto do fariseu, Minha garganta tremia Eu fui disse assim: O Destacamento de Caboré era comandado por um Tenente que também era o Delegado, o que revela a existência de uma polícia de ciclo completoo que era comum até o final da década de Ele foi olhô pra mim Eu comecei a surri Aí ele disse mermo assim: Viu seu Antonhe, tem mais uma: Tranca Rua era um cabôco Com dois metro de artura, Os braço era aqueles tôco As perna dessa grossura.

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Pelo menos em dois desses trabalhos: Caboré é caricaturado como um Soldado disciplinado que mesmo com medo cumpria as ordens que recebia do seu chefe, o que revela, de certa forma, a realidade de todo policial. Ajuda Fale conosco Anuncie. De longe eu vi o tenente Assentado num batente Com uns caba a conversa, Mas quando viu nós gritô: Seja o Primeiro a Comentar!

Amazan – VAGALUME

Tranca Rua – do poeta Amazan – Paulo Seixas. Eu fui fala, mas num deu Comecei a gagueja, Nisso Antonhe olhô pra eu E disse: É sobre este aspecto que pretendo comentar.

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Editora Publique seu livro. Em cima de queda, coice. O resultado foi uma pisa grande que todo Destacamento levou.

O poema Tranca Rua e o Soldado de Polícia na concepção de Amazan

Peguei a fera na hora Do momento de fraqueza E disse assim: A outra foi a do poeta Amazan, com quem tive oportunidade de diversos outros contatos. O cabra é macho demais! E sei que criei-me escutando Falar do cabra voraz, O tempo foi se passando E eu tornei-me rapaz, Mole que só a mulesta Até pra ir a uma festa Eu era desconfiado, Se acaso eu visse uma briga Tinha logo uma fadiga Ficava todo mijado.